Muita gente vê a internet hoje como um grande depósito de todo tipo de informação, produção científica e acadêmica, entretenimento e softwares. No entanto, apesar da grande disponibilidade que realmente existe, muitas vezes o conteúdo tem algum tipo proteção autoral. É o que acontece com boa parte do conteúdo de entretenimento e softwares.
Mas como a internet tende a ser um território democrático, as proteções são quebradas e leis são descumpridas diante dos olhos de qualquer internauta. Músicas, filmes e programas são disponibilizados para cópias online sem a devida autorização dos proprietários dos direitos.
Essa espécie de “milagre” que aparentemente facilita a vida de todo mundo na verdade não existe, além de ser considerado crime. A maior parte dos programas “crackeados” (com dispositivos de segurança quebrados) que estão disponíveis na rede trazem consigo códigos maliciosos que são instalados no computador quando o software é executado.
Mesmo os programas ditos gratuitos agregam vários tipos de pragas virtuais. Por isso, os cuidados com os downloads devem ser permanentes e rigorosos. O bom senso do usuário que vai definir se existe ou não risco em baixar determinado conteúdo. Para tentar se proteger, mesmo depois de concluído o download, é indicado que os arquivos sejam examinados por um programa anti-vírus. Embora a contaminação possa já ter ocorrido durante o processo de transferência.
Outra dica é tentar conter a curiosidade. Sabe-se que grande parte do conteúdo que é baixado da internet não será usado pelo usuário depois de satisfeita a vontade de espiar.