O termo inclusão digital tem sido bastante usado para descrever programas de governo que pretendem usar a tecnologia para promover a inclusão social de grupos excluídos. A idéia de disponibilizar o acesso das classes de baixa renda e dos deficientes físicos ao mundo virtual faz parte do nosso cotidiano e é difícil alguém discordar de que tal necessidade é real.
No entanto, a inclusão digital deve passar, antes de tudo, pela educação virtual. Criar uma mentalidade de segurança é mais importante do que incluir o indivíduo no mundo virtual. Acessar a internet e usá-la de forma leviana não ajuda. Já temos atualmente milhares de pessoas que não adotam critérios básicos de segurança na rede, o que dificulta a prevenção e combate ao crime virtual. Jogar mais gente despreparada na rede só ajudará o crime a se desenvolver e encontrar um número cada vez maior de vítimas.
A educação virtual é algo que deve ser levado tão a sério quanto a inclusão digital.
Nesse caso, o trabalho deve começar com quem já acessa a rede, mas não encontra ajuda ou meios de obter conhecimento a respeito da conduta correta a ser adotada. O trabalho de incluir o cidadão no mundo virtual não pode parar, porém deve começar justamente pelas regras e critérios de segurança, para evitar que a rede seja transformada num alvo ainda mais fácil para criminosos e pessoas mal intencionadas.
Existem vários sites especializados em segurança, que podem ajudar o usuário leigo a tirar dúvidas e encontrar soluções. Para encontrá-los, basta boa vontade para pesquisar.